sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Silvinho brigadista
NESSA MINHA VIDA DE QUADRAGÉSIMO PRIMEIRO BRIGADISTA BRASILEIRO E ESPANHOL REPUBLICANO ENCONTREI ESSA MUSICA FEITA POR UMA BANDA ALTERNATIVA EM HOMENAGEM AS BRIGADAS... EM 1999
NÃO ESQUECEMOS A LETRA:
So if I can shoot rabbits
Then I can shoot fascists
OU SEJA VIVA AOS OPERÁRIOS, E CAMPONESES, INTELECTUAIS, MULHERES QUE SEQUER SABIAM ATIRAR, ABANDONARAM TUDO EM MAIS DE 50 PAÍSES NUM ASSOBROSO NÚMERO DE 60 MIL, DE TODOS OS CREDOS E CORES, EM TEMPOS DE PRECÁRIOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E TRANSPORTE... VENDO A LUTA PELA REPUBLICA COMO A LUTA PELA CIVILIZAÇÃO
(que nosso avÔ não nos ouça)
VIVA LA REPUBLICA
30 de Outubro de 200
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Para comemorar a aquisição da nacionalidade espanhola pelos irmãos Serranos: Antonio Carlos e Pedro.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Pedrão no Estadão de hoje (26/10/2009)
Advogado avalia censura como um ''absurdo jurídico''
Especialista em direito constitucional diz que decisão mostra uma 'confusão em termos de sigilo judicial'
Moacir Assunção
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Exigir que um jornalista guarde sigilo sobre investigações de interesse público, segundo ele, equivale a pedir que o advogado denuncie seu cliente ou ao padre que entregue à Justiça o fiel que se confessou na sacristia. "Ora, as funções do jornalista e advogado existem exatamente para impor limites, e se for o caso, contestar o poder do Estado. Caso isso não ocorra, o governo passa a gozar de um poder imperial, absoluto, que conspira contra o sistema democrático. Seria como se vivêssemos numa ditadura."
Para o professor, a censura determinada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que vê como absurdo jurídico, se constitui como uma espécie de resíduo do sistema autoritário que sobreviveu ao fim da ditadura militar. "A decisão é inconstitucional, profundamente criticável. A Constituição deixa muito claro que nenhuma ação pode obstar a livre circulação da informação, que é um patrimônio público."
Ele sugere uma lei vedando expressamente a censura prévia, o que, em sua visão, tornaria claros os limites dos poderes em casos semelhantes. Por todo o País, decisões de juízes de primeira instância têm determinado a censura de jornais a pedido de prefeitos, deputados e empresários. "Parece que não está muito claro que não pode haver censura, apesar de a Constituição vedá-la expressamente. A legislação tiraria qualquer dúvida, até para balizar o trabalho dos juízes."
O fato de a censura ter sido imposta por liminar é tão grave quanto o próprio ato, em sua opinião. "Assim como as Medidas Provisórias que permitem ao presidente governar por decreto essas liminares são traços do poder imperial concedido aos entes públicos."